Ás vezes, basta olhar para o lado para ver um novo horizonte, ou quem sabe, a oportunidade que sempre esperou. Hoje, talvez amanhã, sei que tudo poderá mudar, basta que eu acredite.
Estou com vontade de chorar, mas não sei se devo. Tenho vontade de gritar, mas não quero.Estou com vontade de fazer tantas coisas e a única que consigo é ficar aqui, na frente do computador, escrevendo.
Tenho tantas histórias, inúmeros sentimentos, um redemoinho que está no meu peito querendo explodir. Com vocês, vou desabafar:
- Tenho vergonha de ser como sou;
- Não sei se tenho amigos;
- Não gosto da minha aparência;
- Não sou feliz;
- Quero mudar.
Será que consigo?
umavidainterior
7 07UTC Agosto 07UTC 2011 at 22:03
Esbarrei nesse seu blog e li tudo de uma vez só. Interessante ver esse seu “arco dramático”, essa sua evolução nesse período. Eu, que já sou maduro, me lembro bem do que eu sentia aos 16, aos 18, aos vinte e poucos, trinta e por aí vai. Se eu escrevesse um blog creio que exibiria também por esse arco, do medo e deslumbramento da descoberta, à sensação de poder absoluto sobre os outros, da excitação fácil da brincadeira, das eventuais dúvidas sobre o que se é mesmo depois de já ter tanta certeza, da relação contraditória com o sexo e com o amor, as traições ao longo da vida de ambas as partes, os foras homéricos, a percepção com o tempo da nossa insignificância, de como a arrogância da juventude tinha algo de ingênuo, poderoso e frágil.
Você jpa leu o livro Giovanni, do James Baldwin? É meu livro de cabeceira.
Beijos e continue escrevendo.
Geraldo.